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Após romper com Xuxa, Marlene Mattos é um bom exemplo de decadência

 

1400789909712-marleneAlgumas pessoas lutam desesperadamente para ter seus 15 minutos de fama. Marlene Mattos teve 15 anos de glória. Na verdade, vinte. No entanto, ela hoje vive num ostracismo que deveria servir de alerta para quem ainda não sabe que o mundo da televisão é cruel, ingrato e impiedoso.Poucas pessoas foram tão poderosas quanto ela. Como produtora, foi determinante na carreira de figuras expressivas como Xuxa, Luciano Huck e Ana Maria Braga. Era adulada e idolatrada. Não é pouca coisa.

Nos últimos tempos, não tem sido nem sombra disso. Em um evento organizado por ela recentemente, a única “personalidade” digna de nota que compareceu foi Adriana Bombom. É bem pouco.

Muitos são aqueles expulsos do Olimpo televisivo, apesar do inegável talento. Boni, o gênio que fundou a moderna televisão no Brasil, é o maior exemplo. Seu afastamento do comando artístico da Rede Globo foi uma das maiores puxadas de tapete da história da humanidade. Pelo menos, nunca perdeu o prestígio pessoal. Tenho certeza que uma festa organizada por ele atrairia dezenas de celebridades do mais alto escalão — o que de forma alguma amenizaria seu exílio involuntário.

Não é caso aqui de investigar os motivos que levaram Marlene Mattos à sua evidente decadência. Muito mais produtivo e pedagógico é respeitar sua brilhante trajetória profissional, para daí tirarmos alguma lição — provavelmente de humildade.

O sucesso e o fracasso são dois impostores, nos ensinou o escritor Rudyard Kipling. Estou sendo generoso, mas a frase fica como sugestão de título, caso Marlene um dia escreva sua autobiografia.

 

Fonte: Com informações do R7

 

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